Divulgado o trailer da cinebiografia 3D de Justin Bieber

 

 

 
 

Foi divulgado o primeiro trailer de Never Say Never, documentário em 3D sobre a carreira do ídolo adolescente Justin Bieber. Além de trechos de shows e depoimentos de artistas, o filme traz imagens exclusivas da infância do astro. A estreia internacional acontece no dia 11 de fevereiro.

 

Bruno e Macarrão dizem que Eliza Samudio está viva

 

 

 
 

Declarações foram feitas no fórum de Esmeraldas, nesta terça-feira (26).
Pai de Eliza diz ter certeza da morte da filha.

Os réus Bruno e Luiz Henrique Romão, o Macarrão, disseram nesta terça-feira (26) que Eliza Samudio está viva. Segundo o goleiro, A jovem estaria em São Paulo. As declarações foram feitas no Fórum de Esmeraldas, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, durante uma audiência de testemunhas do processo sobre o desaparecimento e morte de Eliza.

A imprensa pôde, nesta terça-feira, fazer perguntas diretamente aos réus, que acompanharam a oitiva de três testemunhas de defesa de Bruno e uma de Fernanda Gomes de Castro. O goleiro, neste momento, disse que “ estão fazendo sacanagem” com ele com a “turma toda”. Bruno completou, dizendo que “a Justiça dos homens pode falhar, mas Deus está lá em cima vendo tudo. A dele não falha, não”.

O goleiro voltou a afirmar que não matou Eliza. “Ela está viva, em São Paulo. Eu jamais mataria, tenho duas filhas para criar”. Bruno ainda disse ter esperanças de voltar a jogar futebol. Bruno foi algemado em seguida, e começou a chorar.

Em seguida, Macarrão falou à imprensa. Disse que nenhum deles matou Eliza. O amigo de Bruno ainda disse que está sofrendo com o que está acontecendo. “Eliza está viva e a polícia está procurando a pessoa morta. Ela [a polícia] precisa procurar a pessoa viva. É por isso que não acha”, completou Macarrão.

O pai de Eliza, Luiz Carlos Samudio, disse ao G1 que não tem dúvida de que a filha está morta. “É mais coisa absurda do [Ércio - advogado de Bruno] Quaresma. Quem me dera que a minha filha estivesse viva. Meu Deus do Céu”, afirmou Samudio. O advogado Ércio Quaresma foi procurado para comentar a declaração de Samudio, mas não foi encontrado. A mãe de Eliza, Sônia Fátima de Moura, também não foi encontrada para falar sobre as declarações de Bruno e de Macarrão.

A juíza Maria José Starling pediu para conversar separadamente com Bruno na sequência das declarações, e não explicou o porquê da reunião com o réu.

 

TSE dá direito de resposta a Dilma em programa de Serra

 

 

 
 

 

É o primeiro direito de resposta concedido à candidata do PT no 2º turno.
Para advogado do PSDB, programa apenas criticava concessão de cargos.

Os ministros do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) concederam, por unanimidade, nesta terça-feira (26) 1 minuto de direito de resposta à candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, no programa eleitoral do candidato do PSDB, José Serra. Não cabe recurso que modifique a decisão. Este é o primeiro direito de resposta concedido pela Justiça Eleitoral à candidata do PT no segundo turno. José Serra já teve o direito a resposta por duas vezes no programa da adversária.

A coligação de Dilma ganhou o direito de responder por dois trechos da propaganda veiculada no programa de Serra no dia 21 de outubro. Na propaganda, a campanha tucana faz referência a escândalos envolvendo pessoas ligadas ao PT e afirma que a “turma da Dilma” teria “tomado” empresa pública.

Os petistas alegaram que a expressão “turma da Dilma” seria negativa. “A turma da Dilma foi usada no sentido de se dar ao eleitor a impressão de que aquilo é uma turma, uma quadrilha, que tomou uma empresa pública, sem nenhum elemento que comprovaria a afirmação”, afirmou o advogado do PT, Admar Gonzaga .

Os ministros seguiram o voto do relator do caso, Joelson Dias. Segundo ele, o uso do verbo “tomar” mostra deturpação de fatos relatados em reportagens jornalísticas e pode resultar em “ridicularização”.

“O roteiro e a edição acabam por sugerir ao telespectador no mínimo o envolvimento da candidata nos ilícitos. A propaganda vai além e reproduz textualmente o que não estava nas notícias, não somente sobre a expressão ‘turma da Dilma’, mas dizendo que a turma da candidata teria tomado empresas públicas”, afirmou o ministro em sua decisão.

O advogado da campanha tucana, Eduardo Alckmin, afirmou que a intenção foi apenas criticar os critérios de concessão de cargos no atual governo.

“O que se quer dizer é que se trata de um espaço público que, ao invés de ser preenchido com critérios técnicos, usa-se critérios políticos. O que se tem é uma critica, porque seus amigos, sua turma realmente se envolveram em escândalos notórios”, afirmou Alckmin.

 

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